Capa: Reprodução / Polícia RCC.
A noite desta terça-feira de Carnaval (17/02) virou palco de festa e competição na Polícia RCC (Revolução Contra o Crime). A partir das 20h, a corporação abriu as portas para um evento público que misturou brincadeira, interação e espírito de equipe — com direito a dois jogos simultâneos e prêmios para os vencedores.
O resultado foi um clima de “quartel em modo folia”: militares participando, visitantes acompanhando e uma movimentação que, segundo a organização, reuniu ao menos 60 pessoas no quarto. Entre risadas, provocações amigáveis e aquela correria típica de evento, a RCC transformou o feriado em um momento de descontração coletiva — sem perder a postura de corporação, mas também sem perder a chance de curtir.
Resumo da noite: evento aberto, início às 20h (17/02), dois jogos ao mesmo tempo, prêmios em disputa e uma sala cheia com ~60 pessoas.
Dois jogos, uma só vibe
O diferencial da noite foi a dinâmica em paralelo: enquanto uma parte do quarto se concentrava em uma disputa, a outra já emendava outra atividade. Na prática, isso manteve a sala “viva” o tempo todo — sem aquela pausa longa entre rodadas e com espaço para todo mundo participar, observar ou simplesmente ficar na resenha.
A proposta foi simples e certeira: competição com premiação, mas com a prioridade de criar um ambiente leve. E funcionou. Teve quem entrou pra ganhar, teve quem entrou pra “trollar”, e teve quem só apareceu pra prestigiar.
Salves da redação (e da folia)
E Carnaval sem fantasia não é Carnaval, então a redação separou dois “momentos celebridade” da noite.
RCC: evento aberto e casa cheia
A RCC já tem histórico de ações internas, mas desta vez o formato aberto ajudou a transformar o evento em vitrine: além de reforçar o entrosamento entre militares, a noite também serviu como ponto de encontro para quem gosta de acompanhar a corporação de perto e, claro, para quem só queria curiar.
Com isso, a terça-feira (17/02) terminou do jeito que o Carnaval pede: com barulho, disputa, meme interno e aquela sensação de “a gente precisava disso”.